Oi, obrigada por tentar me visitar, mas eu me mudei. É, estou de casa nova:
www.claudiazillerfaria.com.
Espero sua visita!!!!!!
Escritos de Cláudia Ziller Faria
quinta-feira, 12 de abril de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
AINDA NESTA VIDA
Há alguns anos, num final de tarde lindo como só se vê em Brasília, fui ao hangar de uma empresa de táxi aéreo. Um avião pequeno e bonito parou na frente do hangar. Pela janelinha, vi minha amada Vovó sentada. Logo dois homens se aproximaram e começaram a cuidar dela. Pegaram a Bíblia, que a acompanhava a todos os lugares, alguns livros, a bolsona que ela sempre carregava e a ajudaram a se levantar e desembarcar. Só ela no avião, que viera a Brasília com o único intuito de trazê-la.
Enquanto olhava vovó, meus olhos se encheram de lágrimas. Eu me lembrei de um texto em que Jesus fala em recompensas para os que abandonaram tudo por amor a ele. E foi isso que minha avó fez. Eu estava vendo ali, diante dos meus olhos, o cumprimento das palavras de Jesus. E a promessa de Jesus é para esta vida ainda, não só para depois da morte.
Vovó nasceu e cresceu no interior de São Paulo. Antes de se casar, morava em Rio Claro. Não podemos dizer que era de família rica, mas tinha vida tranquila, com regalias e confortos.
Será melhor que ela mesma conte o que aconteceu. Encontrei ontem, entre as páginas de um dos livros dela, que herdei, o que ela escreveu para dizer em sua festa de 90 anos, que aconteceu no dia 12.4.98, em São Paulo:
Bem jovem, ela deixou tudo por amor. A Deus e ao vovô. Passou dificuldades tremendas. Por muitas tristezas - inclusive a tragédia de perder um filhinho com cinco anos de idade.
Ele era pastor no interior de Minas, ganhava muito pouco. Ela me contou, por exemplo, que, durante a semana, ela e vovô tomavam banho com sabão de lavar louça para economizar e mandar um dinheirinho para os filhos que estudavam no internato (na cidade deles só havia o primário). Também não compravam papel higiênico. Foi assim que conseguiram que os quatro filhos estudassem. Ela comentava sempre comigo sobre a dor que sentia ao mandar os filhos para o internato, no início de cada ano, sabendo que ficaria meses sem vê-los, e que eles não queriam ir. Mas era necessário, eles precisavam estudar, tinha que ser naquele colégio específico, porque não pagavam.
Aquele avião pertencia ao filho dela. Como o filho de um pastor pobre, que estudou em uma cidade pequena no Espírito Santo, com uma bolsa de estudos ainda por cima, conseguiu prosperar tanto? Por causa da promessa de Deus, feita aos pais dele, que amavam a Deus acima de tudo. Até hoje todos nós, da família, recebemos as recompensas da dedicação de meus avós a Deus.
Nem todos os filhos prosperaram a ponto de terem avião particular, claro, Deus não prometeu isso. Mas nenhum passa pelas lutas que meus avós passaram.
Outro dia, meu tio me mandou uma foto linda: ele todo feliz com a bisneta no colo! E eu me lembrei de novo da promessa de Deus. Louvei meu Senhor pela fidelidade dele. Agradeci pela graça de ter nascido com antepassados que prepararam o caminho para que minha vida fosse mais abençoada. E pedi que eu seja capaz de fazer o mesmo, para que minha descendência continue a receber tanto quanto temos recebido.
Muitos desperdiçam a vida correndo atrás de muitas coisas, para deixar herança para os filhos. No entanto, a lógica eterna é o contrário: abra mão de tudo e coloque Deus em primeiro lugar em sua vida. Aí, sua descendência terá tudo de que precisa, e até mais. Sobrando. Em abundância. Não quer dizer que você não vai trabalhar. Vai, e muito. Meus avós trabalhavam duro. Vovô fazia longas viagens a cavalo para abrir igrejas pelo interior de Minas (e acabou com a saúde e morreu cedo por causa disso), enquanto vovó cuidava dos filhos, da igreja e da escola. Mas a perspectiva era certa: faziam apenas o que Deus mandava, iam aonde ele levava, tinham seu Senhor como o amor maior da vida. Assim, tudo mais se encaixava no devido lugar.
E deu certo, muito certo.
Posso garantir, eu vi e vejo acontecer todos os dias.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
ISSO ME LEMBRA ALGUÉM...
Fala sério, eu fico de cara com a reação de muitos "cristãos" diante da morte de pessoas como Whitney Houston. E, antes de prosseguir, preciso deixar muito claro que sou cristã de carteirinha. Não evangélica, das igrejas da moda (não estou depreciando), mas protestante de denominação histórica, daquele tipo que é considerada retrógrada e de mente fechada (discordo com veemência disso e penso o mesmo dos que pensam isso de nós - eles não nos conhecem nem querem conhecer).
Numa pseudo-tentativa de mostrar aos outros os perigos de drogas, bebida e vida desregrada, esses "cristãos" a que me refiro deixam por completo de lado a segunda principal ordem que Jesus deu a quem quisesse segui-lo: amar os outros como a nós mesmos. Duvido que uma dessas pessoas que expõe fotos da cantora horrorosa, desarrumada e descabelada gostaria que alguém fizesse o mesmo com elas.
Todos erramos. Todos temos vícios e desvios de comportamento. Alguns ficam visíveis, outros permanecem escondidos. E nós, que conseguimos manter nossos pecados debaixo do pano, apontamos o dedo para quem os revela publicamente. Isso me lembra alguém... quem será?
Whitney Houston era linda. Voz maravilhosa, fala suave. Conhecia a Jesus, fato que ela mesma declarou em muitas ocasiões. Mas não conseguia vencer o vício. Com certeza, lutou e sofreu muito por causa disso. E as pessoas usam a morte dela para tripudiar, tendo, como motivação mais íntima, em minha opinião, a vontade de exaltar sua própria retidão. Isso me lembra alguém... quem será?
Vejo, no meio dos que se declaram religiosos, ou "crentes", uma certa celebração da morte de uma pessoa que eles consideram pecadora, indigna de fazer parte do seleto grupo de "servos de Deus". Isso me lembra alguém... quem será?
Ah, lembrei! Aliás, Jesus pegou pesado com essa gente. Chamou de túmulos enfeitados, de fingidos, de cobras, falou que eles não entendiam absolutamente nada do que significa seguir um Deus de amor. Não estou falando dos viciados do tempo de Jesus. A esses ele estendeu a mão, foi visitar, curou, demonstrou amor. Os que ele confrontou foram os religiosos, os que se achavam certinhos e apontavam o dedo acusador para os pecadores. Aliás, pegou tão duro com esse pessoal que acabou pregado na cruz.
A morte da cantora apenas me faz pensar nisso mais uma vez. Contudo, esse tema é recorrente em minhas reflexões, em especial depois do crescimento do Facebook, onde leio cada coisa escrita por "religiosos" que me deixa de queixo caído.
Clarice e Rodrigo estiveram em um show de Whitney Houston, onde ela falou abertamente de suas lutas, e de como Jesus a pegou no colo no momento em que estava afundada na lama. Ela morreu, provavelmente, por overdose. No entanto, o amor de Jesus estava com ela, com certeza. Os mesmos que repetem que NADA nos separa do amor de Cristo comentam o fato tão triste como se o texto não se aplicasse a ela. Ninguém sabe qual era o relacionamento dela com Jesus. Ninguém pode dizer o que aconteceu depois que ela deixou este mundo. Ninguém é capaz de avaliar as lutas e dores que ela enfrentou durante sua vida, nem as pessoas mais chegadas, quanto mais nós, que recebemos notícias apenas através da imprensa, que distorce e inventa fatos. Talvez, a morte dela, tenha sido a forma que Jesus encontrou para dar fim a uma luta em que ela não conseguia vitória: "Chega de sofrer, Whitney! Vem agora cantar aqui comigo!".
Com toda certeza, havia pessoas com a vida destruída como a da cantora no tempo de Jesus. Mas ele não as usou como exemplo para tentar convencer outros com os mesmos problemas a chegarem perto dele. O que ele fez foi amar quem estava no meio da luta. E, infelizmente, isso me lembra muito pouca gente...
Numa pseudo-tentativa de mostrar aos outros os perigos de drogas, bebida e vida desregrada, esses "cristãos" a que me refiro deixam por completo de lado a segunda principal ordem que Jesus deu a quem quisesse segui-lo: amar os outros como a nós mesmos. Duvido que uma dessas pessoas que expõe fotos da cantora horrorosa, desarrumada e descabelada gostaria que alguém fizesse o mesmo com elas.
Todos erramos. Todos temos vícios e desvios de comportamento. Alguns ficam visíveis, outros permanecem escondidos. E nós, que conseguimos manter nossos pecados debaixo do pano, apontamos o dedo para quem os revela publicamente. Isso me lembra alguém... quem será?
Whitney Houston era linda. Voz maravilhosa, fala suave. Conhecia a Jesus, fato que ela mesma declarou em muitas ocasiões. Mas não conseguia vencer o vício. Com certeza, lutou e sofreu muito por causa disso. E as pessoas usam a morte dela para tripudiar, tendo, como motivação mais íntima, em minha opinião, a vontade de exaltar sua própria retidão. Isso me lembra alguém... quem será?
Vejo, no meio dos que se declaram religiosos, ou "crentes", uma certa celebração da morte de uma pessoa que eles consideram pecadora, indigna de fazer parte do seleto grupo de "servos de Deus". Isso me lembra alguém... quem será?
Ah, lembrei! Aliás, Jesus pegou pesado com essa gente. Chamou de túmulos enfeitados, de fingidos, de cobras, falou que eles não entendiam absolutamente nada do que significa seguir um Deus de amor. Não estou falando dos viciados do tempo de Jesus. A esses ele estendeu a mão, foi visitar, curou, demonstrou amor. Os que ele confrontou foram os religiosos, os que se achavam certinhos e apontavam o dedo acusador para os pecadores. Aliás, pegou tão duro com esse pessoal que acabou pregado na cruz.
A morte da cantora apenas me faz pensar nisso mais uma vez. Contudo, esse tema é recorrente em minhas reflexões, em especial depois do crescimento do Facebook, onde leio cada coisa escrita por "religiosos" que me deixa de queixo caído.
Clarice e Rodrigo estiveram em um show de Whitney Houston, onde ela falou abertamente de suas lutas, e de como Jesus a pegou no colo no momento em que estava afundada na lama. Ela morreu, provavelmente, por overdose. No entanto, o amor de Jesus estava com ela, com certeza. Os mesmos que repetem que NADA nos separa do amor de Cristo comentam o fato tão triste como se o texto não se aplicasse a ela. Ninguém sabe qual era o relacionamento dela com Jesus. Ninguém pode dizer o que aconteceu depois que ela deixou este mundo. Ninguém é capaz de avaliar as lutas e dores que ela enfrentou durante sua vida, nem as pessoas mais chegadas, quanto mais nós, que recebemos notícias apenas através da imprensa, que distorce e inventa fatos. Talvez, a morte dela, tenha sido a forma que Jesus encontrou para dar fim a uma luta em que ela não conseguia vitória: "Chega de sofrer, Whitney! Vem agora cantar aqui comigo!".
Com toda certeza, havia pessoas com a vida destruída como a da cantora no tempo de Jesus. Mas ele não as usou como exemplo para tentar convencer outros com os mesmos problemas a chegarem perto dele. O que ele fez foi amar quem estava no meio da luta. E, infelizmente, isso me lembra muito pouca gente...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
AS MARCAS QUE FICAM - Uma homenagem a Jairo Marçal
Infelizmente, é fato do qual ninguém escapa: nascemos, vivemos e morremos. Também é fato que todos deixamos marcas na vida dos que ficam depois que partimos.
Hoje, ao abrir a janela, contemplei mais uma vez meu pé de acerola. Carregadinho. No almoço, tomei suco - delicioso! Meu sogro nos deu a muda da árvore há cerca de 18 anos, antes de começarmos a construir nossa casa. Ele se foi, mas a árvore nos faz lembrar sempre do carinho dele.
Tenho outra planta com história. Minha avó paterna deu para minha avó materna uma planta muito linda. As duas morreram, tia Celina ficou com a planta. E me deu uma muda, que sobre pelo muro perto da piscina.
Há outras marcas, não só plantas, claro. Tenho um dicionário de inglês Webster que pertenceu a meu avô materno, que eu mal conheci. E herdei um monte de livros da minha avó materna.
E existem as marcas que não são vistas, estão apenas no coração e na mente. Eu poderia desfiar aqui uma sequência quase infinita desses sinais deixados por pessoas que amo e que já partiram, mas hoje eu quero lembrar de uma pessoa muito especial - Jairo Marçal.
Ele chegou a Brasília no início da década de 80, e logo se entrosou em nossa igreja. Tinha voz muito linda, e amava nosso Coral. Os dois filhos fizeram amizade com nossas crianças, Denise, a esposa, mais tímida, foi chegando mais devagar, mas também ocupou sua parte em nosso coração.
Jairo era muito engraçado. No Coral, ele cantava tenor e implicava com o contralto (eu sou contralto). Vivia dizendo que se tirassem nossa voz do Coral, não faríamos falta nenhuma. No Aleluia de Haendel, ele cismou com uma entrada do contralto, em que cantávamos a sílaba "pa" antes de todo o restante do Coral. E ficava falando no maravilhoso "pa do contralto".
Equilibrado, calmo, estudioso, muito inteligente e preparado, Jairo era excelente para dar aulas, para fazer palestras. Pena que era muito tímido... não pudemos aproveitar esse seu lado tanto quanto gostaríamos. Mas, quando ele abria a boca para falar sério, sempre tinha coisas importantes para dizer. Sabia brincar e também ensinar.
Durante os anos 80 e parte dos anos 90, nossa igreja foi tomada por uma febre de jogar totó. Acabava o culto e o salão ficava repleto de gente jogando e torcendo. Jairo era dos mais entusiasmados. Era secretário do Coral, e, assim que o culto terminava ele tinha que guardar todo o material usado. Como o esquema para o jogo era de "próxima", ele escondia a bolinha no jogo, e só entregava se pudesse fazer parte de uma das primeiras duplas. Era comum a gente ver o Jairo correndo pelo corredor, segurando a beca para não tropeçar, carregando as pastas do Coral, e gritando:
- Próóóóóóóóóóxxxxxiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A voz dele era muito linda. Na primeira montagem que fizemos do Printy, ele foi o violão. Na segunda, foi o filho dele, o Dálcio. Aliás, um dos momentos musicais mais belos de que me lembro em nossa igreja foi um dueto que eles fizeram, na cantata Natal dos Anjos. Em outro Natal (Cantata Rei dos Reis, a mesma que cantamos no Natal passado), o Coral dizia: "E o anjo, então, lhe falou", e entrava o solo do anjo. Só que o solista estava inseguro, então o regente colocou o Jairo para cantar com ele. E o Jairo dizia que o Coral tinha que dar um jeito de cantar: "E o anjo e seu amigo, então, lhe falaram".
O Jairo partiu. Mas deixou comigo a marca de sua humildade, mansidão, de seu humor, de sua dedicação à família e a Deus. Deixou a marca da integridade, da honestidade, do trabalho sério. Ele levava a sério todas as tarefas, por mais insignificantes que parecessem. Exemplos que jamais esquecerei.
A saudade é grande, mas já vinha grande há muito tempo, desde que ele adoeceu e foi se desligando desta vida. Hoje, ele está cheio de vida, cantando com o Ernesto, o seu Grossi, o seu Oseas, a dona Elvira e tantos outros de nosso Coral que já se foram. Talvez, mais tarde, eles joguem uma partida de totó... se o Jairo não esconder a bolinha.
Hoje, ao abrir a janela, contemplei mais uma vez meu pé de acerola. Carregadinho. No almoço, tomei suco - delicioso! Meu sogro nos deu a muda da árvore há cerca de 18 anos, antes de começarmos a construir nossa casa. Ele se foi, mas a árvore nos faz lembrar sempre do carinho dele.
Tenho outra planta com história. Minha avó paterna deu para minha avó materna uma planta muito linda. As duas morreram, tia Celina ficou com a planta. E me deu uma muda, que sobre pelo muro perto da piscina.
Há outras marcas, não só plantas, claro. Tenho um dicionário de inglês Webster que pertenceu a meu avô materno, que eu mal conheci. E herdei um monte de livros da minha avó materna.
E existem as marcas que não são vistas, estão apenas no coração e na mente. Eu poderia desfiar aqui uma sequência quase infinita desses sinais deixados por pessoas que amo e que já partiram, mas hoje eu quero lembrar de uma pessoa muito especial - Jairo Marçal.
Ele chegou a Brasília no início da década de 80, e logo se entrosou em nossa igreja. Tinha voz muito linda, e amava nosso Coral. Os dois filhos fizeram amizade com nossas crianças, Denise, a esposa, mais tímida, foi chegando mais devagar, mas também ocupou sua parte em nosso coração.
Jairo era muito engraçado. No Coral, ele cantava tenor e implicava com o contralto (eu sou contralto). Vivia dizendo que se tirassem nossa voz do Coral, não faríamos falta nenhuma. No Aleluia de Haendel, ele cismou com uma entrada do contralto, em que cantávamos a sílaba "pa" antes de todo o restante do Coral. E ficava falando no maravilhoso "pa do contralto".
Equilibrado, calmo, estudioso, muito inteligente e preparado, Jairo era excelente para dar aulas, para fazer palestras. Pena que era muito tímido... não pudemos aproveitar esse seu lado tanto quanto gostaríamos. Mas, quando ele abria a boca para falar sério, sempre tinha coisas importantes para dizer. Sabia brincar e também ensinar.
Durante os anos 80 e parte dos anos 90, nossa igreja foi tomada por uma febre de jogar totó. Acabava o culto e o salão ficava repleto de gente jogando e torcendo. Jairo era dos mais entusiasmados. Era secretário do Coral, e, assim que o culto terminava ele tinha que guardar todo o material usado. Como o esquema para o jogo era de "próxima", ele escondia a bolinha no jogo, e só entregava se pudesse fazer parte de uma das primeiras duplas. Era comum a gente ver o Jairo correndo pelo corredor, segurando a beca para não tropeçar, carregando as pastas do Coral, e gritando:
- Próóóóóóóóóóxxxxxiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A voz dele era muito linda. Na primeira montagem que fizemos do Printy, ele foi o violão. Na segunda, foi o filho dele, o Dálcio. Aliás, um dos momentos musicais mais belos de que me lembro em nossa igreja foi um dueto que eles fizeram, na cantata Natal dos Anjos. Em outro Natal (Cantata Rei dos Reis, a mesma que cantamos no Natal passado), o Coral dizia: "E o anjo, então, lhe falou", e entrava o solo do anjo. Só que o solista estava inseguro, então o regente colocou o Jairo para cantar com ele. E o Jairo dizia que o Coral tinha que dar um jeito de cantar: "E o anjo e seu amigo, então, lhe falaram".
O Jairo partiu. Mas deixou comigo a marca de sua humildade, mansidão, de seu humor, de sua dedicação à família e a Deus. Deixou a marca da integridade, da honestidade, do trabalho sério. Ele levava a sério todas as tarefas, por mais insignificantes que parecessem. Exemplos que jamais esquecerei.
A saudade é grande, mas já vinha grande há muito tempo, desde que ele adoeceu e foi se desligando desta vida. Hoje, ele está cheio de vida, cantando com o Ernesto, o seu Grossi, o seu Oseas, a dona Elvira e tantos outros de nosso Coral que já se foram. Talvez, mais tarde, eles joguem uma partida de totó... se o Jairo não esconder a bolinha.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A BELA E A FERA
Sábado fui a uma festa. No horário do almoço. Três anos de uma criança lindíssima. O tema, como o título do post já leva a deduzir, era A Bela e a Fera. Assim que eu cheguei e dei um beijo na aniversariante, que, por sinal, não gosta de beijo, nem de abraço, nem de carinho (segundo ela mesma), mas aceitou tudo de bom grado durante a festa, ela me informou:
- Meu pai é a Fera.
Achei engraçadinho - acho engraçadinho tudo que ela faz - mas não dei muita atenção ao comentário. Aí chegou a hora de cantar parabéns. Aberto o espaço perto da mesa dos doces, a música do filme tocando, surgem ela e o pai, a caráter. Ela tinha até as luvas da Bela, e ele com a calça e o blazer da Fera. Dançaram a valsa exatamente como no filme. Até com os rodopios e viradas que fazem a graça da coreografia. Tudo muito bem ensaiado. Eu e várias outras pessoas choramos, emocionadas. Não somos apenas manteigas derretidas. Havia muitas coisas comoventes por trás daquela cena.
O pai, tão dedicado, dançando com tanto cuidado com aquela filhinha tão amada, foi uma das crianças mais trabalhosas que a face da terra já conheceu. Era tão bagunceiro, sua mãe vivia sendo chamada para conversar com orientadores, professores, diretores e tudo mais. Aprontou a valer. Durante a adolescência, teve sua fase de rebeldia, e continuou a dar preocupações. No entanto, é filho de pais sensatos, maduros e que conhecem o amor de Deus. Jamais deixaram de aconselhar, corrigir, orar e fazer tudo mais que era necessário para ele encontrar seu caminho. E ele encontrou. Pai amoroso, marido apaixonado, profissional bem sucedido. Prova viva das maravilhas que o amor humano e divino combinados fazem na vida de uma criança, de um adolescente.
Já a Bela, nasceu nos dando um susto tremendo. Dias entre a vida e a morte, na UTI neonatal, não podia ser nem ao menos tocada pelos pais. Quanto sofrimento, quanta preocupação! Saiu do hospital com um mês de idade, mas ainda com alguns probleminhas de saúde, que obrigavam a mãe a grandes restrições alimentares para não passar pelo leite elementos que faziam mal a ela.
Durante aquela dança, não pude deixar de lembrar desses momentos de luta, e minhas lágrimas eram de alegria, por ver, com meus próprios olhos, a bênção de Deus materializada.
Depois da valsa e dos parabéns, dei um abraço na Bela e falei que a dança tinha sido tão linda que eu tinha até chorado. E ela comentou com uma outra convidada:
- Eu dancei tão bonito que a tia Cláudia até chorou. Nem precisava.
Precisava, sim.
Contei isso a Clarice, e ela lembrou de uma música da qual eu também tinha lembrado - Cinderella (clique no link para ouvir no You Tube). Um pai que fala sobre dançar com sua filha. E ele diz que quer dançar enquanto a filha está por perto, porque chegará o dia em que ela não estará mais.
A filha do compositor morreu, mas, na música, ele deixa de lado sua tragédia pessoal e fala sobre o dia, quase inevitável, em que chegará um príncipe para levar a menina, e que ele não poderá mais dançar com a Cinderela, porque ela terá ido embora.
Sei não, a Bela que eu vi dançar no sábado pode se casar, mas estará sempre por perto da Fera, porque sabe que aquele pai se dispõe a fazer qualquer coisa por ela. Desde ficar mudo durante horas na UTI, dia após dia, até ensaiar, dia após dia, para fazer a apresentação que ela queria no dia de sua festa. E, à medida que o tempo for passando, o menino mais levado que conheci mostrará cada vez mais para sua Bela que é digno da confiança e do amor dela, de sua esposa e de seu filhinho.
Precisa ou não chorar de alegria?
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
SHELDON COOPER - O RETORNO
Volto a falar de minha semelhança com Sheldon Cooper, que já comentei no post chamado... Eu e Sheldon Cooper. Claro, não podia ter outro título.
Continuo me divertindo com o personagem, que tem adquirido mais destaque na série The Big Bang Theory. Acho que muito mais gente se identifica com ele! No último episódio, ele está sozinho em casa, quando surge na janela - terror dos terrores - um passarinho. Segundo o tradutor, um gaio azul. (Foi isso que apareceu na legenda, e não falo inglês de tão alto nível para conhecer os nomes dos pássaros. Aliás, não sei nem em português.) Sheldon ficou aterrorizado. Não conseguia pensar em outra coisa. Apesar de ter fechado a janela, ficava do lado de dentro do vidro, olhando o passarinho. Eu sei exatamente o que é isso. Quando há uma dessas coisas que incomoda a nós - os obsessivos - não conseguimos pensar em mais nada.
Vou contar um fato tragicômico. No dia 23 de dezembro, fui ao culto de despedida de nosso querido amigo Carlão, que falecera na véspera. Chorei muito, durante todo o tempo, em tristeza e saudade profundas. Mas os dois suportes do caixão estavam desalinhados. Tanto um com relação ao outro quanto com relação à cerâmica do piso. E eu chorava e olhava aquilo. Que vontade de arrumar!!!!!! Não consigo tirar da mente coisas desalinhadas, sem simetria. Por mais que esteja transtornada.
Voltemos ao Sheldon. Ele fechou a cortina, para tentar não ver o pássaro, mas não adiantou. Sabia que o danadinho estava lá, no parapeito. Não lembro bem como foi a sequência de ações, mas o passarinho acabou dentro do apartamento e, tragédia das tragédias, pousou no "spot" do Sheldon, lugar em que ele se senta e onde não permite que ninguém mais sente. Por fim, desesperado, chamou suas amigas Bernadete e Penny, para resolverem o problema. As duas tentavam convencê-lo de que o passarinho era inofensivo, mas ele repetia que sofre de ornitofobia - medo irracional de aves - e que não conseguia conviver com a presença dele, mesmo separado pelo vidro.
Acho que não posso dizer que sofro de ornitofobia, mas, sempre que vejo um pássaro, de qualquer tipo, sinto que ele está mirando o bico na minha direção e que a qualquer momento vai me atacar. Só consigo olhar para ele, fixamente, esperando a bicada. É impressionante como o bico parece crescer! Tenho muito medo de pintinhos. São bichos altamente traiçoeiros, esperando apenas uma distração de minha parte para me atacar com toda fúria de que são capazes. Por isso, nunca me aproximo de frangos, galinhas ou de seus filhotes. Não posso dizer o mesmo sobre os Galos, já que torço para... o Galo! Ironia do destino.
Bernadete e Penny resolveram acabar com o medo do Sheldon. Pegaram o pássaro. Era amestrado, subiu no dedo de uma delas, que foi se aproximando do apavorado Sheldon, que se encolhia todo com medo da fera. Mas as duas têm jeito para a coisa, e foram bem devagar. Primeiro conseguiram que ele se aproximasse do gaio azul, depois, em meio a gritos e gemidos, o pegasse no dedo. No fim da cena, Sheldon estava se derretendo de amor pelo bichinho. Assim que isso aconteceu, o passarinho foi embora pela janela, e Sheldon ficou arrasado. Espalhou fotos pela vizinhança, esperando recuperar seu amigo recém-conquistado.
Além de ter medo de aves, eu tenho medo também de todo tipo de animal. Sabe aquelas crianças que gostam de pegar filhotinhos? Nunca fui assim. O primeiro filhotinho que peguei no colo foi a Lola. Ela foi o meu paralelo com o que aconteceu com Sheldon e o passarinho.
Tivemos outros cães, e eu os detestava. Todos. Sem exceção. Me irritavam, me incomodavam. Até já escrevi sobre isso também no blog.
Mas a Dani me pegou de jeito. Depois de passar dois anos morando na Califórnia, faltava cerca de um mês para ela voltar para casa. Em uma conversa no MSN, ela me perguntou se ela podia comprar um cachorrinho igual ao que tinha lá. Claro que eu disse que podia. Teria concordado com coisas muito mais difíceis do que mais um cachorro na minha vida. Ela até me pregou uma peça, mandando uma foto de um cachorro horrível, dizendo que era aquela raça. Depois esclareceu, e fiquei aliviada.
Desde que a Lola chegou, fiquei que nem o Sheldon com o passarinho. Encantada. Ela faz de mim o que quer. Pego no colo, sou a "mamãe" dela, mimo a bichinha de todas as formas. E o Charlie, que veio depois, também. Foi tão bom aprender a gostar dos cachorrinhos! Eles me fazem tanta companhia!
Na série, Sheldon sorri muito pouco. Na verdade, ele não sabe sorrir. Mas ontem, com o passarinho, ele sorria, bem feliz. E eu me identifiquei mais uma vez com ele.
Só que me saí melhor. Os meus bichinhos retribuem meu carinho. Me fazem companhia. Durante o dia, quando estamos só nós aqui em casa, eles ficam onde eu estiver. No escritório, Lola deita no banquinho onde apoio os pés, e Charlie tem um edredom para dormir. Se vou almoçar, Lola fica no encosto do sofá e Charlie deita do meu lado, no tapete. Não importa aonde vou, os dois estão sempre atrás de mim (até no banheiro entramos os três!). Por isso, já levaram porta de armário na cabeça várias vezes. Não vejo que estão tão pertinho, abro a porta e só ouço a pancada. Tadinhos!
Mais impressionante é quando a depressão ataca. Eles não me largam de jeito nenhum. Se eu me deito na cama, eles se encostam bem em mim, parece que querem me consolar. Não sei como descobrem que estou precisando de carinho e de companhia silenciosa. Talvez seja Deus quem conte para eles.
Por causa desses dois bichinhos, descobri que vencer medos nos enriquece. Aprendi que a vida pode mudar, que não precisamos ficar até a velhice presos nos medos e ideias preconcebidas que trazemos da infância. E posso dizer que tem sido muito divertido. Aliás, eles dois também gostaram muito desse episódio de The Big Bang Theory!
Continuo me divertindo com o personagem, que tem adquirido mais destaque na série The Big Bang Theory. Acho que muito mais gente se identifica com ele! No último episódio, ele está sozinho em casa, quando surge na janela - terror dos terrores - um passarinho. Segundo o tradutor, um gaio azul. (Foi isso que apareceu na legenda, e não falo inglês de tão alto nível para conhecer os nomes dos pássaros. Aliás, não sei nem em português.) Sheldon ficou aterrorizado. Não conseguia pensar em outra coisa. Apesar de ter fechado a janela, ficava do lado de dentro do vidro, olhando o passarinho. Eu sei exatamente o que é isso. Quando há uma dessas coisas que incomoda a nós - os obsessivos - não conseguimos pensar em mais nada.
Vou contar um fato tragicômico. No dia 23 de dezembro, fui ao culto de despedida de nosso querido amigo Carlão, que falecera na véspera. Chorei muito, durante todo o tempo, em tristeza e saudade profundas. Mas os dois suportes do caixão estavam desalinhados. Tanto um com relação ao outro quanto com relação à cerâmica do piso. E eu chorava e olhava aquilo. Que vontade de arrumar!!!!!! Não consigo tirar da mente coisas desalinhadas, sem simetria. Por mais que esteja transtornada.
Voltemos ao Sheldon. Ele fechou a cortina, para tentar não ver o pássaro, mas não adiantou. Sabia que o danadinho estava lá, no parapeito. Não lembro bem como foi a sequência de ações, mas o passarinho acabou dentro do apartamento e, tragédia das tragédias, pousou no "spot" do Sheldon, lugar em que ele se senta e onde não permite que ninguém mais sente. Por fim, desesperado, chamou suas amigas Bernadete e Penny, para resolverem o problema. As duas tentavam convencê-lo de que o passarinho era inofensivo, mas ele repetia que sofre de ornitofobia - medo irracional de aves - e que não conseguia conviver com a presença dele, mesmo separado pelo vidro.
Acho que não posso dizer que sofro de ornitofobia, mas, sempre que vejo um pássaro, de qualquer tipo, sinto que ele está mirando o bico na minha direção e que a qualquer momento vai me atacar. Só consigo olhar para ele, fixamente, esperando a bicada. É impressionante como o bico parece crescer! Tenho muito medo de pintinhos. São bichos altamente traiçoeiros, esperando apenas uma distração de minha parte para me atacar com toda fúria de que são capazes. Por isso, nunca me aproximo de frangos, galinhas ou de seus filhotes. Não posso dizer o mesmo sobre os Galos, já que torço para... o Galo! Ironia do destino.
Bernadete e Penny resolveram acabar com o medo do Sheldon. Pegaram o pássaro. Era amestrado, subiu no dedo de uma delas, que foi se aproximando do apavorado Sheldon, que se encolhia todo com medo da fera. Mas as duas têm jeito para a coisa, e foram bem devagar. Primeiro conseguiram que ele se aproximasse do gaio azul, depois, em meio a gritos e gemidos, o pegasse no dedo. No fim da cena, Sheldon estava se derretendo de amor pelo bichinho. Assim que isso aconteceu, o passarinho foi embora pela janela, e Sheldon ficou arrasado. Espalhou fotos pela vizinhança, esperando recuperar seu amigo recém-conquistado.
Além de ter medo de aves, eu tenho medo também de todo tipo de animal. Sabe aquelas crianças que gostam de pegar filhotinhos? Nunca fui assim. O primeiro filhotinho que peguei no colo foi a Lola. Ela foi o meu paralelo com o que aconteceu com Sheldon e o passarinho.
Tivemos outros cães, e eu os detestava. Todos. Sem exceção. Me irritavam, me incomodavam. Até já escrevi sobre isso também no blog.
Mas a Dani me pegou de jeito. Depois de passar dois anos morando na Califórnia, faltava cerca de um mês para ela voltar para casa. Em uma conversa no MSN, ela me perguntou se ela podia comprar um cachorrinho igual ao que tinha lá. Claro que eu disse que podia. Teria concordado com coisas muito mais difíceis do que mais um cachorro na minha vida. Ela até me pregou uma peça, mandando uma foto de um cachorro horrível, dizendo que era aquela raça. Depois esclareceu, e fiquei aliviada.
Desde que a Lola chegou, fiquei que nem o Sheldon com o passarinho. Encantada. Ela faz de mim o que quer. Pego no colo, sou a "mamãe" dela, mimo a bichinha de todas as formas. E o Charlie, que veio depois, também. Foi tão bom aprender a gostar dos cachorrinhos! Eles me fazem tanta companhia!
Na série, Sheldon sorri muito pouco. Na verdade, ele não sabe sorrir. Mas ontem, com o passarinho, ele sorria, bem feliz. E eu me identifiquei mais uma vez com ele.
Só que me saí melhor. Os meus bichinhos retribuem meu carinho. Me fazem companhia. Durante o dia, quando estamos só nós aqui em casa, eles ficam onde eu estiver. No escritório, Lola deita no banquinho onde apoio os pés, e Charlie tem um edredom para dormir. Se vou almoçar, Lola fica no encosto do sofá e Charlie deita do meu lado, no tapete. Não importa aonde vou, os dois estão sempre atrás de mim (até no banheiro entramos os três!). Por isso, já levaram porta de armário na cabeça várias vezes. Não vejo que estão tão pertinho, abro a porta e só ouço a pancada. Tadinhos!
Mais impressionante é quando a depressão ataca. Eles não me largam de jeito nenhum. Se eu me deito na cama, eles se encostam bem em mim, parece que querem me consolar. Não sei como descobrem que estou precisando de carinho e de companhia silenciosa. Talvez seja Deus quem conte para eles.
Por causa desses dois bichinhos, descobri que vencer medos nos enriquece. Aprendi que a vida pode mudar, que não precisamos ficar até a velhice presos nos medos e ideias preconcebidas que trazemos da infância. E posso dizer que tem sido muito divertido. Aliás, eles dois também gostaram muito desse episódio de The Big Bang Theory!
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
FOI SEM DEIXAR SAUDADE!?!?
Houve um rei em Judá, chamado Jeorão que foi tão ruim, mas tão ruim, que, depois de sua morte, as Escrituras comentam: "Foi sem deixar de si saudades". Coisa triste!!!!
Como escrevi ontem, não sou de fazer grandes balanços no fim do ano, nem de tomar decisões para o Ano Novo. Mas vou seguir a regra geral e fazer uma análise de 2011. Olhando por alto, poderia dizer que ele foi sem deixar saudade. Foi muito difícil. Enfrentamos muitas lutas, sofremos, choramos. Mas eu gosto muito de outro versículo, este uma declaração do profeta Jeremias, que é chamado de "chorão", porque exerceu o ministério num período de devastação no meio do povo judeu, e se lamentava muito. Em meio à descrição de sofrimentos, ele diz: "Todavia, lembro-me também do que pode me dar esperança", e passa a descrever coisas maravilhosas sobre Deus.
Então, hoje, vou me lembrar do que pode dar esperança, do que alegra. Num apanhado rápido nas fotos, posso fazer um pequeno resumo.
Comecei o ano com uma experiência inédita: guia de turismo! Grupo da Platinum, amei!!!!!!
De volta a Brasília, passei apenas dois dias. Tirei os casacos da mala, coloquei shorts e biquinis e... praia em Natal:
Luta, luta, luta, papai geme, geme, geme, e lá vai a família Firinfinfim para Foz do Iguaçu. Só não foram Júlia e Isabela, que estavam fazendo intercâmbio:
Por causa do Facebook, eu e a priiiiiiima Márcia começamos a conversar, e ela veio me visitar. Tivemos momentos muito divertidos, nos identificamos muito!
Motoqueiros selvagens partem para comer pamonha no Jerivá - Waldo, Serginho, Sérgio, Henrique e Alexandre:
Comemorei meus 54 aninhos com um lanche em família, muito feliz com a presença de meus primos Cláudio e Rossana! Ela me deu uma boneca linda, de madeira, que ela mesma fez.
Aniversário da Ângela, que nos convidou para um almoço muito gostoso:Zilmar, meu primo, pai da Márcia, conseguiu levar a cabo uma empreitada de vários anos: publicação da Divina Comédia traduzida por nosso avô. Fomos a BH para o lançamento, foi uma delícia, reencontramos primos que não víamos há muito tempo:
Fomos a Vila Velha, para comemorar os 15 anos da Ana Luiza. Passei a festa toda conversando com a Nélida. Saímos as duas de Brasília para bater papo em Vila Velha. KKK
Júlia e Isabela voltaram do intercâmbio. A foto foi tirada antes da Júlia chegar, mas, depois que ela chegou, a alegria foi tanta que não lembramos mais da câmera!
Guto foi de Brasília a Belo Horizonte de patins. A foto foi tirada na hora em que ele chegou de volta em Brasília, fomos encontrá-lo perto do Balão do Aeroporto. A aventura dele motivou uma troca de e-mails deliciosa em nossa família.
Dona Marlene nos levou, com Marta, Hélio, Dico e esposas para um fim de semana em Pirinópolis. Rimos a valer!
Tio Bide, tia Sarah e tia Minó vieram visitar o papai no aniversário dele. Tivemos churrasco, um dia delicioso:Flá, Dani e Paulinha no dia do aniversário delas:
Sérgio e Henrique fizeram uma viagem maravilhosa para Chile e sul da Argentina:
Fui a New York com um grupo superlegal! Minha filha, cunhada e três primas:
Poucos dias depois das vassouras, papai foi operado e, no início deste mês, fomos ao Encontro de Casais. Olha ele aí com a mamãe, em pé!!!!!!!
Ana Júlia completou 15 anos, e a festa foi deliciosa! Ela estava linda com o vestido tomara que caia vermelho:
Comemoramos o aniversário da mamãe, mas com uma pontinha de tristeza: Adriana e Marcelo foram embora de Brasília. Mas a gente espera que voltem algum dia!
Cantei minha cantata predileta no Natal: Rei dos Reis!
Ceia de Natal, mais uma vez em nossa casa. Meu bebê já completou 31 anos e tem a casa dele:
E chegamos ao final do ano assim: alegres! Não posso dizer, de forma alguma que 2011 foi sem deixar de si saudades. MUITA coisa boa aconteceu nele. Para cada luta, uma vitória. Para cada tristeza, um consolo. Sempre cobertos pela graça e o amor de Deus!!!!!!!!!! Que venha 2012!
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